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Defender a Caixa 100% pública é defender o Brasil

  • Foto do escritor: WilFran Canaris
    WilFran Canaris
  • há 7 horas
  • 1 min de leitura

165 anos da Caixa reforça seu papel de banco público e apesar de toda resistência contra as investidas de governos liberais pela sua privatização, a Caixa segue firme. Ao mesmo tempo em que há crescimento relevante dos lucros, o fechamento de agências também avança.



No dia 12 de janeiro, a Caixa Econômica Federal completou 165 anos. A data segue sendo marcada pela luta do movimento sindical na defesa incansável do banco 100% público, ou seja, uma instituição estratégica e essencial ao

desenvolvimento do país porque atua na execução das diretrizes e políticas públicas da União para a população mais desassistida.


No entanto, enfrenta dificuldades. Ao mesmo tempo em que há crescimento relevante dos lucros, o fechamento de agências também avança. Somente em 2024, o banco já fechou 113 agências. E menos agências significam menos acesso a serviços essenciais.


As consequências para os clientes? Falta de atendimento em diversas cidades do país onde a Caixa é o único banco. Quem mais sofre são beneficiários do Bolsa Família, FGTS, abono salarial e políticas habitacionais.


Do outro lado, estão os colegas empregados, que são prejudicados com descomissionamentos, perdas salariais, sobrecarga de trabalho e adoecimento. Nos últimos 2 anos, houve um aumento expressivo nos afastamentos. Para evitar o

agravamento desse quadro, a luta pela Caixa 100% pública deve ser cada vez mais forte.


O banco mais estratégico do país deve valorizar seus funcionários e atender bem seus clientes, além de seguir fomentando políticas públicas, incentivando programas sociais, facilitando financiamentos habitacionais e tudo o que a população precisa.


Defender a Caixa é defender direitos, empregos e o futuro do país.

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