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Bancários aprovam pauta e definem eixos de lutas da Campanha Nacional Unificada

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Pauta de reivindicações foi construída em conferências e congressos

por bancos, consulta nacional e na 28ª Conferência Nacional da categoria


Mais de 630 delegados e delegadas e 140 convidados, representantes da categoria bancária, de norte a sul do país, aprovaram, no dia 21 de junho, a pauta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada, em São Paulo.
Mais de 630 delegados e delegadas e 140 convidados, representantes da categoria bancária, de norte a sul do país, aprovaram, no dia 21 de junho, a pauta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada, em São Paulo.

A votação encerrou os debates dos três dias da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, construídos ao longo de meses em conferências estaduais, regionais, congressos por bancos e na Consulta Nacional dos Bancários que, neste ano, bateu recorde com a participação de 54.952 respondentes de todo o país.


As principais reivindicações da pauta de, que será entregue dia 24 de junho pelo Comando Nacional dos Bancários à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban):


- 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLA, VA e VR;


- Fim das metas abusivas;


- Manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional);


- Manutenção dos direitos conquistados;


- Manutenção da mesa única, da CCT pra toda a categoria e dos direitos já conquistados;


- Defesa do emprego bancário;


- Defesa dos bancos públicos;


- Distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, e pelo fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário.


Os delegados e delegadas também aprovaram os seguintes eixos de luta política para o próximo período:


- Por um sistema financeiro mais regulado;


- Importância das eleições de 2026 e de apoio a candidaturas comprometidas com a classe trabalhadora, para a Presidência da República, governos estaduais e do Distrito Federal e, com especial atenção, para Câmara dos Deputados e Senado;


- Organização do movimento: auto regulação e comunicação;


- Segurança tecnológica para os clientes.


As moções aprovadas foram:


- Em defesa da dignidade, da saúde e pela valorização das trabalhadoras e trabalhadores aposentados e idosos no setor bancário;


- Por uma dupla missão para o Banco Central do Brasil - Estabilidade de preços e proteção de emprego;


- De repúdio às práticas antissindicais, à precarização do trabalho e ao desmonte do atendimento pelo banco Santander;


- Manifesto de solidariedade ao povo bolivariano e à Cuba. Lutar contra o imperialismo.


E as resoluções: Contras os ataques à democracia e soberania nacional, e pela reeleição do presidente Lula;


- Contra a PEC 65/2023, independência do Banco Central, e que afasta a instituição do controle democrático, priorizando os interesses do setor financeiro em detrimento do desenvolvimento social. A resolução inclui ainda posicionamento contra a porta-giratória no Banco Central e pela redução dos juros bancários.


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